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PRAGAS COMBATIDAS

Todas as soluções baseiam-se nos diagnósticos específicos.

Realiza-se inspeção diagnóstica, identificação do problema, determinação do tratamento, controle da praga, comunicação, monitoração e documentação. O cliente acompanha todo o processo e as informações são organizadas em relatórios disponíveis na web.

RATOS

Provocam danos materiais e transmitem doenças como leptospirose, peste bubônica, e muitas outras.
Das mais de 3.000 espécies de roedores existentes, apenas três têm importância como pragas urbanas: ratazana (Rattus norvegicus), rato de telhado (Rattus rattus) e camundongo (Mus musculus).

BARATAS

Costumam impregnar com cheiro característico todos os objetos e locais por onde passam. Carregam agentes causadores de doenças como salmoneloses e podem agravar alergias respiratórias como asma e bronquite. No Brasil as espécies mais comuns são a barata francesinha ou alemãzinha (Blattella germanica) e a barata de esgoto (Periplaneta americana).

FORMIGAS

São prejudiciais quando infestam residências, hospitais ou locais onde processam alimentos, podendo causar danos aos materiais e disseminar doenças. Constroem ninhos em qualquer lugar: no solo, nas plantas, no interior de edificações (sob azulejos, sob batentes, portas, pisos, móveis, equipamentos ou em cavidades ocas de árvores, etc.).

CUPINS

No Brasil há grande ocorrência de cupins e os grupos mais comuns, e economicamente importantes, são os cupins subterrâneos e os de madeira seca.

BROCAS

As brocas de madeira seca são besouros cujas larvas penetram na madeira, consumindo a celulose e fazendo pequenas aberturas por onde expelem um fino pó, parecido com talco, deixando os orifícios fechados com uma fina película, tornando a infestação quase imperceptível.

PULGAS

Alimentam-se de sangue e possuem vida longa. Causam dermatites alérgicas, infecções bacterianas e micoses, e podem transmitir peste bubônica, tungíase (bicho de pé) e protozoozes. Em animais, dependendo da infestação, podem produzir anemia e ferimentos devido à coceira.

MOSCAS

As espécies urbanas mais importantes são: mosca doméstica, mosca das frutas (Drosophila spp) e mosca dos ralos e varejeiras. Moscas atuam como vetores mecânicos de várias doenças como: diarréias, disenterias, febre tifóide, cólera, salmoneloses e parasitoses.

MOSQUITOS

Conhecidos também como pernilongos, muriçocas ou carapanãs, são encontrados em toda parte: florestas, regiões áridas e meios urbanos. São transmissores de inúmeras doenças como filariose, malária, dengue, febre amarela, leishmaniose, zika e chikungunya.

ARANHAS

Não são insetos e como escorpiões, carrapatos e ácaros, as aranhas pertencem à classe dos aracnídeos. Estima-se que existam cerca de 40.000 espécies de aranhas e apenas 3 gêneros são considerados de importância médica Aranha marrom (Loxosceles sp.), Aranha armadeira (Phoneutria sp.) e Aranha Viúva Negra (Latrodectus sp.), causando acidentes relevantes por sua peçonha podendo levar ao óbito.

ESCORPIÕES

Causam incômodos e perigo à saúde. A sua picada é dolorida e sua toxina pode provocar reações alérgicas e até a morte. Há cerca de 2.000 espécies de escorpiões e no Brasil há 140 delas e embora todas sejam venenosas, 4 são classificadas como de importância médica, todas do gênero Tytius sp.

POMBOS

Os pombos são mansos, mas transmitem muitas doenças como a criptococose e histoplasmose e infecções das vias respiratórias. Como seu abate não é permitido, são utilizadas outras estratégias de manejo específicas para cada caso.

PERCEVEJOS DE CAMA

Percevejos de cama são parasitos que preferencialmente se alimentam de sangue humano, fazendo isso durante a noite. Se pessoas não estiverem disponíveis, eles se alimentam de outros animais de sangue quente, incluindo aves, roedores, morcegos e animais de estimação.  Como já dito, são animais de hábitos noturnos, de grande resistência e grande mobilidade, sofrendo transporte passivo através de bagagens, roupas e mobílias.

CARRAPATOS

Assim como as pulgas, alimentam-se de sangue e possuem vida longa. São bastante resistentes, causam dermatites alérgicas, infecções bacterianas, micoses e podem transmitir peste bubônica e protozoozes. Em animais, dependendo da infestação, podem produzir anemia e ferimentos devido à coceira. Devido à resistência desses ectoparasitas no ambiente, o tratamento unicamente dos cães e gatos não é eficaz para o combate e controle.

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